Estudante de engenharia eletrônica.

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Cake day: June 14th, 2023

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  • Stable doesn’t necessarily means there aren’t any bugs, it just means it doesn’t change or changes are minor. Of course most bugs shouldn’t be a show stopper, though annoying they should have a way to bypass them or simply not have that great a impact.

    I recall when using and regularly updating Arch, a library update borked a software dependent on it — a software required for a Uni class mind you — and while I managed to get it working afterwards, I had to stay awake through the night. That’s the difference between stable and rolling release, that wouldn’t happen as easily on Debian stable.

    For most users a rolling release model is fine, for servers, it’s not.


  • Arch->Elementary OS

    I had experienced other distros before (not on my pc, at least), but as a joke my cousin suggested Arch, while I had some trouble setting it up, the documentation was so good I stayed for a while. Though I’ve always liked MacOS, so when upgrading my notebook, I took chance to install Elementary OS 8. Overall, it’s ubuntu based, so I can’t complain.












  • No caso não foi o dev né? kkkk. Na época era o CTO, e saiu CEO. Alguém com poder real de decisão, até na contratação e demissão de novas pessoas. Imagina se, por exemplo, ele deixou de contratar ou demitiu pessoas pela orientação sexual delas. Pode até não ser crime lá, mas aqui é.

    E eu pensava assim também, até perceber que faz parte do argumento do bar nazista: se permitir apenas um cliente nazista, seu bar é nazista. Se deixar qualquer pessoa se manifestar desse modo, sem nenhuma consequência perante a sociedade, é o mesmo que admitir que é permitido.

    E além disso, a obra já mostra qual é o seu propósito, assim como a Google, busca transformar seu cliente em um produto, por isso o Brave não me interessa. O Firefox+uBlock origin já satisfaz as minhas necessidades, pelo menos em privacidade e como bloqueador de propagandas. Ao menos em uma primeira instância, eles não tem motivação para monetizar a todo custo.

    Obs: posso ter me confudido, quando falou de dev kk, como falei tanto do atual CEO do Brave quanto do dev principal do Ladybird. O primeiro parágrafo é sobre o CEO do Brave.


  • Alguns pontos:

    1. O CEO fundador do Brave foi o antigo CEO expulso da Mozilla — organização responsável pelo navegador Firefox — por ter apoiado financeiramente proposições contrárias ao casamento homoafetivo. Ele fez uma doação de 1k em dólares para o lobby anti-gay;
    2. No passado injetou propagandas monetizadas por eles no lugar dos banners de sites visitados, ou seja, eles ganham dinheiro no lugar do site visitado;
    3. Tinham preferência no motor de pesquisa pelo clone do Wikipedia criado por alguém de extrema direita;
    4. Solicitaram doações por meio de celebridades e influencers, porém sem permissão de uso de imagem deles;
    5. Injetaram códigos de afiliação próprio em vários sites que o usuário navegava;
    6. Injetaram propagandas no fundo da homepage dos usuários, sem aviso e consentimento, embolsando o dinheiro;
    7. Instalaram um serviço pago de VPN, sem o consentimento dos usuários;
    8. Uma lista completa disso no reddit, mas o restante basicamente explica que em questões de privacidade não são muito “privados”.

    Recomendaria o Firefox mesmo ou os seus derivados como LibreWolf, apesar que não conheço os outros derivados tão bem assim, e também o ungoogled chromium.

    Outros navegadores de interesse no futuro são o Servo e o Ladybird, ambos sustentados por organizações sem fins lucrativos. No entanto ainda são altamente experimentais.

    Edit: esqueci de mencionar, o dev principal do Ladybird tbm têm alguns problemas relacionados a extrema direita, por isso é bom observar de perto, se tiver interesse.